Página  >  Reportagens

Reportagens


Reportagem – PÁGINA 209

O projeto existe desde 2008 e todos os anos, desde então, os alunos do Agrupamento de Escolas de Vilela, em Paredes, têm oportunidade de explorar um pouco mais o tema do Holocausto, sempre com perspetivas diferentes. Trata-se do projeto “Nomes e Olhares para a Memória e o Ensino da Shoá” e a PÁGINA foi à sua descoberta. [Reportagem de Maria João Leite - edição nº 209, série II, verão 2017]





Reportagem – PÁGINA 209

Vieram da Síria. Atravessaram um mar de medos e angústias, em busca de uma nova vida. A PÁGINA foi conhecer uma família que chegou a Portugal no início do ano e que, através da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), foi acolhida pelo Lar Juvenil dos Carvalhos. Foi saber, também, como funciona o acolhimento de refugiados e como surgiu a plataforma que nasceu para coordenar e mobilizar vontades. Falámos com Ana Rodrigues sobre a sua experiência no terreno e sobre o abraço que Portugal está a dar a menores não acompanhados. E contamos a experiência de um dos muitos voluntários que decidiram pôr mãos à obra, na Grécia, e ajudar num processo conturbado. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 209, série II, verão 2017]





Reportagem – PÁGINA 208

No campo de refugiados de Jenin, nos territórios ocupados da Palestina, estava erigido o Teatro de Pedra, destruído por um ataque israelita em 2002. Mas as armas não destruíram o sonho artístico, pelo que anos mais tarde voltou a nascer um projeto para dar às crianças e aos jovens palestinianos um horizonte de esperança e de liberdade. Surgiu assim o Freedom Theatre, em 2006, que integra uma portuguesa na sua equipa. Micaela Miranda, diretora pedagógica e encenadora na companhia, trocou o conforto europeu pela missão de tornar o mundo um pouco melhor. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Henrique Borges - edição nº 208, série II, inverno 2016]





Reportagem – PÁGINA 208

A PÁGINA é um espaço de partilha e de reflexão sobre Educação e outros temas que fazem parte do quotidiano. É um ponto de encontro para educadores; um projeto que nasceu no seio deles, mas que tem abertura suficiente para chegar para lá do mundo académico e profissional. Já foi jornal, agora é revista e é para ser saboreada. Está de parabéns! Faz 25 anos! [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 208, série II, inverno 2016]





Reportagem – PÁGINA 207

Criada em 1986, a Associação de Professores de Matemática (APM) surgiu na sequência dos movimentos de renovação do ensino da disciplina, que iam surgindo um pouco por todo o mundo. Tornou-se num espaço de acompanhamento dos associados, de reflexão e debate e de intervenção nas políticas educativas. Como se não bastassem as preocupações (naturais) do ensino, os professores têm ainda a difícil tarefa de provar, como dois mais dois são quatro, que a Matemática não é um bicho-papão. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 207, série II, verão 2016]





Reportagem – PÁGINA 207

São várias as organizações sindicais de professores e trabalhadores da Educação na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – Sindical de Educação [CPLP-SE]. O Português une-as e é a partir deste ponto que a estrutura existe, para valorizar quer o sindicalismo lusófono quer a própria Língua Portuguesa, que tem milhões de falantes pelo mundo fora. Portugal está representado pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e pela Federação Nacional da Educação (FNE). [Reportagem de Maria João Leite - edição nº 207, série II, verão 2016]





Reportagem – PÁGINA 207

Maior organização sindical de professores evocou três efemérides fundamentais: 50 anos da Recomendação da OIT/UNESCO sobre a condição docente, 40 anos da Constituição da República Portuguesa e 30 anos da Lei de Bases do Sistema Educativo. Cerca de 600 delegados dos vários sindicatos constituintes da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estiveram reunidos no Porto, em finais de abril, no 12º Congresso da organização, subordinado ao tema “Valorizar a Profissão, Reafirmar a Escola Pública”. Que caminhos seguir para confirmar estas metas, numa altura em que ainda é preciso defender quer a dignidade profissional do professor quer a Escola que deve ser de todos e para todos? [Reportagem de Maria João Leite - edição nº 207, série II, verão 2016]





Reportagem – PÁGINA extra-série verão 2013

A vista magnífica sobre o Porto compensa os 197 degraus que separam a bilheteira do topo da Torre dos Clérigos. São 360 graus de uma vista privilegiada, que lança do alto dos seus cerca de 75 metros um olhar atento sobre a cidade, a que nem o mar escapa. É assim há 250 anos. A Torre dos Clérigos é um dos pontos turísticos de referência, do Porto e do país, e recebe milhares de visitantes por ano. É um monumento barroco, com belos pormenores, assinado pelo arquiteto italiano Nicolau Nasoni. [Reportagem de Maria João Leite - edição extra-série, verão 2013]





Reportagem – PÁGINA extra-série verão 2013

À entrada, o Gigante do “Polegarzinho” dá as boas-vindas aos visitantes, e nem a cara séria desmotiva a visita ao Museu das Marionetas do Porto. Inaugurado em fevereiro, o espaço nasceu do sonho do mentor do Teatro de Marionetas do Porto – João Paulo Seara Cardoso – e materializou-se no ano em que a companhia celebra 25 anos de memórias de espetáculos e personagens articuladas que contam alegrias, tristezas, dores, prazeres e tragédias. Vidas. Histórias. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição extra-série, verão 2013]





Reportagem – PÁGINA 206

O cinema pode ser uma boa ferramenta de aprendizagem. Na escola e na vida. Fazer chegar o cinema a diferentes públicos, sensibilizando-os para a sétima das artes e fazendo-os compreender a arte cinematográfica, é a missão d’Os Filhos de Lumière. Esta associação cultural concebe e promove diversas atividades que estimulam os participantes a ver o mundo de outra forma. Eles aprendem a olhar e a estabelecer relações. Porque o cinema também educa… [Reportagem de Maria João Leite - edição nº 206, série II, inverno 2015]





Reportagem – PÁGINA 206

Embora já com alguma cor, as salas de aula ainda estavam um pouco despidas quando a PÁGINA visitou a Tangerina, uma escola privada que nasceu no Porto, por vontade de um grupo de pais e de profissionais da educação. Era o início do ano letivo e os trabalhos só vão aparecendo ao longo do ano, mas num corredor havia uma parede bem cheia com mensagens dos pais dos alunos – “aprender” e “divertir” eram as palavras de ordem e apareciam sempre juntas. Porque “uma coisa e outra não são inconciliáveis. Pelo contrário”. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 206, série II, inverno 2015]





Reportagem – PÁGINA 206

Criada em 1990, a Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE) é uma associação científica e profissional que pretende contribuir para a afirmação das Ciências da Educação como espaço de reflexão, confronto e diálogo, através da produção e divulgação de conhecimento. Professores e investigadores estão juntos nesta missão de refletir sobre a Educação em diferentes contextos, de fortalecer o trabalho científico e de investigação e de reafirmar o prestígio das Ciências da Educação. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 206, série II, inverno 2015]





Reportagem – Página 205

À entrada, uma fotografia de grandes dimensões de Abel de Lima Salazar, nascido em Guimarães a 19 de julho de 1889. As mãos nos bolsos e na boca um cigarro – Abel Salazar haveria de morrer em 1946, aos 57 anos, devido a um cancro pulmonar. Demasiado cedo para quem, ainda assim, deixou tanto. A vida e a obra deste artista, investigador, cientista, escritor – anarquista científico, como disse que poderia ser classificado – pode ser visitada na Casa-Museu Abel Salazar (CMAS), situada na rua com o seu nome, em São Mamede de Infesta (Matosinhos). [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Ana Alvim - edição nº 205, série II, verão 2015]





Reportagem – PÁGINA 205

A Academia Contemporânea do Espetáculo (ACE) tem uma nova casa. Reconstruída e renovada, 14 anos depois de a ter descoberto. Uma casa com alma, inaugurada a 27 de fevereiro, Dia Mundial do Teatro, e que marcou a comemoração dos 25 anos da ACE. Palco de festas da elite portuense do século XIX, com os faustosos bailes que ali se realizavam ricamente descritos nos jornais por Camilo Castelo Branco, o Palácio do Bolhão é hoje palco de Teatro e de outras Artes. Fora de cena quem não é de cena! O espetáculo vai começar… [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Ana Alvim - edição nº 205, série II, verão 2015]





Reportagem – PÁGINA 205

Serve o título do romance de Eça de Queirós para ilustrar a relação entre o urbano e o rural, a cidade e o campo, o Homem e a Natureza e de como é importante o papel da educação ambiental. Porque educar para o Ambiente é preciso. Sempre. E de forma contínua. A necessidade não é de hoje, mas, tendo em conta que as pessoas procuram viver e comer de forma mais saudável, nos tempos que correm é necessário não esquecer os cuidados a ter com a Natureza e conhecer as implicações que as nossas atitudes podem ter no Ambiente. E são várias as instituições que há anos se dedicam à Educação Ambiental. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Ana Alvim - edição nº 205, série II, verão 2015]





Reportagem – PÁGINA 204

Já lá vão 48 anos a levar ao mundo um repertório de obras diversas, em que se destaca a música portuguesa. O Coral de Letras da Universidade do Porto foi criado em 1966 e desde o primeiro concerto, numa Queima das Fitas, não mais parou de dar música, em festivais internacionais, em iniciativas da cidade, da universidade ou de outras instituições. Numa quinta-feira, o Coral juntou-se para mais um ensaio e a PÁGINA foi assistir. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 204, série II, inverno 2014]





Reportagem – PÁGINA 204

As cidades são feitas de homens. De casas, de ruas, de árvores. De poesia. E as palavras descrevem-nas, cantam-nas. Podemos sentir as cidades em cada verso. Tal como a atravessar um rio, a olhar o casario, a passar num jardim se pode sentir o pulsar poético da cidade. Que relação é esta? Numa esplanada na Praça da Batalha (Porto), tentámos perceber com Pedro Lamares – ator, professor de teatro, leitor e amante de poesia – esta dinâmica de como encontramos poesia na cidade, na nossa vida. Podem, então, as cidades ser objetos poéticos? [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 204, série II, inverno 2014]





Reportagem – PÁGINA 203

Entende-se por “canção de intervenção” toda a canção que alerta para determinado problema social ou político. Muitas vezes, têm letras que ferem, diretamente ou com metáforas, e muitas são tão atuais hoje quanto no passado. E porque a caneta é mais forte do que a espada, diz o provérbio, um pouco por todo o mundo foram e continuam a ser compostas e cantadas canções de intervenção: contra a guerra, pela paz, contra a ditadura, pela liberdade, contra as injustiças, pelos direitos de todos e de cada um. [Reportagem de António Baldaia e Maria João Leite - edição nº 203, série II, primavera 2014]





Reportagem – PÁGINA 203

Foi na rua que tiveram lugar alguns dos maiores acontecimentos históricos, como o 1o de Maio de 1886, o Maio de 68, o 25 de Abril, a Primavera Árabe, revoluções, manifestações, ações coletivas, individuais, anónimas... É na rua que quase tudo acontece. E “ir para rua é fazer acontecer”. A PÁGINA também saiu à rua, e falou com o sociólogo João Teixeira Lopes, para tentar perceber os múltiplos significados da rua, e ainda com o artista Hazul, com a arquiteta Ana Crista, com o dirigente sindical Henrique Borges e com o fotojornalista Manuel Roberto, que nos deram as suas visões de rua. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Ana Alvim - edição nº 203, série II, primavera 2014]





Reportagem – PÁGINA 203

Uma esplanada foi o cenário para um encontro de amigos, ex-alunos da Escola do Magistério Primário do Porto ao tempo da que ficou conhecida como “geração da experiência pedagógica”. Em que consistiu o caráter revolucionário desse projeto formativo? O que recordam dessa geração? A “experiência pedagógica” deixou marca nos professores que são hoje? [A Página da Educação e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 203, série II, primavera 2014]





Reportagem – PÁGINA 199

Num dia normal não seria necessário pedir ajuda. Num dia normal seriam eles a contribuir para ajudar os outros. Mas estes dias de crise deixaram de ser dias normais. Perderam-se os rendimentos, as oportunidades de trabalho; pensa-se em proteger a família e até se equaciona sair do país. Perdeu-se quase tudo, menos a vergonha, porque a necessidade não faz com que seja mais fácil pedir ajuda. São muitos os novos rostos que a pobreza não conhecia, mas que um dia menos normal fez com que estendessem a mão. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 199, série II, inverno 2012]





Reportagem – PÁGINA 199

Dados estatísticos da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) confirmam que a violência doméstica é o crime mais reportado desde o ano 2000; as vítimas são maioritariamente mulheres, avultando os maus tratos psíquicos e físicos. Por outro lado, o sentimento de insegurança em termos pessoais e em relação a bens está a afetar uma quota significativa de portugueses. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Clara Vieira/Isto É - edição nº 199, série II, inverno 2012]





Reportagem – PÁGINA 198

Guimarães continua de coração aberto aos curiosos que a visitam pela sua história, cultura e tradição, convidando-os a descobrirem o espaço público e a assistirem aos numerosos eventos que vão decorrer até ao final do ano. É a terceira vez que uma cidade portuguesa é designada Capital Europeia da Cultura, e na Cidade-Berço a cultura manifesta-se das mais variadas formas. [Reportagem de Maria João Leite - edição nº 197, série II, verão 2012]





Reportagem – PÁGINA 198

As avaliações devem focar-se na melhoria das práticas e das aprendizagens. Os alunos devem ter uma palavra a dizer sobre o seu plano de aprendizagem. Os diretores devem ter mais autonomia e poder de decisão. Estas são algumas das conclusões de um estudo da OCDE sobre as políticas de avaliação educativa em Portugal. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Adriano Rangel - edição nº 197, série II, verão 2012]





Reportagem – PÁGINA 197

Incentivar a participação ativa dos jovens na sociedade, dotá-los de ferramentas para enfrentarem o mercado de trabalho e o futuro e abordar questões como o multiculturalismo e o património, são as grandes metas a que se propõe Braga’2012. A cidade portuguesa foi escolhida para Capital Europeia da Juventude, evento através do qual pode mostrar desenvolvimentos culturais, sociais, políticos e económicos relacionados com a juventude e servir de exemplo a outras cidades europeias. O caminho vai a meio, mas o balanço é positivo. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografia de Ana Alvim - edição nº 197, série II, verão 2012]





Reportagem – PÁGINA 197

Em 35 países economicamente desenvolvidos há 30 milhões de crianças a viver na pobreza. E apenas na União Europeia, Noruega e Islândia, cerca de 13 milhões não têm acesso a elementos básicos necessários para o seu desenvolvimento. São as principais conclusões do Report Card 10. Medir a Pobreza Infantil, apresentado em maio pelo Gabinete de Investigação da Unicef. [Reportagem de Maria João Leite - edição nº 197, série II, verão 2012]





Reportagem – PÁGINA 195

A PÁGINA foi ouvir professores aposentados para quem esse estatuto não significa estar parado. Queríamos saber o que sentiram na passagem à reforma, o que andam a fazer, como vêem a escola desde fora. Vá lá saber-se porquê, depois de aceitarem o convite, dois deles indisponibilizaram-se para falar. Quatro partilham com os leitores as suas experiências. [...] Os quatro testemunhos que aqui trazemos revelam diferentes experiências e afazeres, conforme as circunstâncias, e um traço comum – a intensa paixão pelo ensino. Para estes quatro professores, aposentados há mais ou menos anos, o “bichinho” da profissão não morreu. Apesar das outras coisas que fazem, continuam a sentir-se professores. Para sempre… [Reportagem de Francisco David Ferreira e Fotografias de Teresa Couto - edição nº 195, série II, inverno 2011]





Reportagem – PÁGINA 194

São muitos os motivos que podem levar alguém a tropeçar na vida e a deixar de acreditar numa saída. São várias as pessoas que “caem” nas ruas e fazem delas a sua casa, que fazem das soleiras as suas camas e das estrelas o seu tecto. Estender-lhes a mão, para que voltem a erguer-se, com dignidade, é a missão da Rede Interinstitucional de Apoio aos Sem-Abrigo, na cidade do Porto. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Teresa Couto - edição nº 194, série II, outono 2011]





Reportagem – PÁGINA 194

Têm experiências de vida distintas e são casos atípicos no âmbito da docência e da formação. A PÁGINA foi ouvir as histórias de Ricardo Brito, Miguel Correira e Tomás Carneiro. Não seguiram o percurso tradicional até chegarem às salas de aula; enveredaram por este caminho como recurso ou apenas por curiosidade. E gostaram. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Gonçalo Moreira da Silva - edição nº 194, série II, outono 2011]





Reportagem – PÁGINA 193

A literacia está em voga. Associada aos media é, por vezes, substituída por educação. Mas nem sempre os termos são vistos como sinónimos. Debates à parte, este é um “L” com muitas implicações. A “sociedade em rede” obriga a novas literacias: digital, mediática, fílmica... Formam um plural ilustrativo das relações que os cidadãos estabelecem com o ‘ecossistema’ mediático. Um ambiente povoado pela internet, as redes sociais, os videojogos, a televisão, o cinema, a rádio, os jornais e revistas. Diferentes meios, suscitam análise e discussão sobre o modo como constroem a realidade. Esta é a ‘nuvem’ da literacia ou educação para os media. A PÁGINA reuniu opiniões de quem a estuda. [Reportagem de Andreia Lobo e Fotografias de Joana Rodrigues - edição nº 193, série II, verão 2011]





Reportagem – PÁGINA 193

Allariz foi o local escolhido para as bodas de prata do Encontro Galego-Português de Educadores/as pela Paz. Organizado pela Nova Escola Galega, Associação Galego-Portuguesa de Educação pela Paz (AGAPPAZ), Faculdade de Ciencias da Educación da Universidade de Vigo (Ourense) e Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (pólo de Chaves), o XXV encontro decorreu nos dias 29 e 30 de Abril e 1 de Maio. O próximo realizar-se-á em Portugal, em 2012. [Reportagem de Américo Nunes Peres - edição nº 193, série II, verão 2011]





Reportagem – PÁGINA 193

No âmbito do Seminário de Comunicação Política, o pólo de Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto tem recebido as personalidades mais importantes da área. Cristian Vaccari e James Stanyer são professores e investigadores de créditos firmados e identificam vários problemas que a crise trouxe ao Ensino Superior. Os relatos são sobre as realidades italiana e inglesa, mas poderiam muito bem ser sobre a portuguesa: propinas elevadas, fuga de cérebros e falta de apoio à investigação, são as queixas principais. [Reportagem de João Pereira e Fotografias de Gonçalo Moreira da Silva - edição nº 193, série II, verão 2011]





Reportagem – PÁGINA 192

No forte de Peniche há dois museus que partilham o mesmo espaço, o da fortaleza. O Museu da Resistência e o Museu Municipal. O primeiro evoca a funesta utilização do lugar durante a ditadura do Estado Novo, quando o forte se transformou em presídio político. E, aproveitando a efeméride, constitui uma boa hipótese para quem optar por uma “escapada” no fim-de-semana prolongado do 25 de Abril. [Texto e Fotografias de Humberto Lopes - edição nº 192, série II, primavera 2011]





Reportagem – PÁGINA 192

Sabe que já não é o único com dedicação exclusiva ao “ofício” e fala com admiração dos companheiros que, de norte a sul do país, e nas ilhas, vão percorrendo os caminhos desta nobre arte, redescoberta e valorizada nos últimos anos. A PÁGINA fez-se à estrada com António Fontinha, o primeiro contador de histórias profissional do pós-25 de Abril, conhecido em todas as regiões, ouvido e aplaudido calorosamente, desde 1992, em escolas, teatros, colectividades e outros espaços sociais em dezenas de concelhos, por uma legião de amigos. [Reportagem de José Paulo Oliveira - edição nº 192, série II, primavera 2011]





Reportagem – PÁGINA 192

Não têm sido anos fáceis para os professores e para a Educação em Portugal. Foram anos de conquistas, de acordos, de recuos, de desilusões, de medidas que levaram milhares de docentes a sair à rua em algumas das maiores acções reivindicativas e de descontentamento já realizadas. Agora é tempo de reflectir, de expor preocupações, de partilhar e de encontrar propostas de resolução para os problemas que os afectam. Foi assim o 7o Congresso dos Professores do Norte, que se realizou nos dias 25 e 26 de Fevereiro, no Centro Cultural Vila Flor (Guimarães). [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Gonçalo Moreira da Silva e João Paulo Coutinho - edição nº 192, série II, primavera 2011]





Reportagem – PÁGINA 192

A realidade desta turma da escola do Lagarteiro é apenas um exemplo das muitas realidades que se vivem em muitas escolas portuguesas. Os sinais são muitos, mas nem todos são visíveis. A pobreza infantil é um flagelo que atinge o país, ainda mais agora, em tempos de crise. Pede-se por isso atenção aos professores e aos próprios colegas de turma, que podem sinalizar casos e ajudar, respeitando a diferença. “Há muitos sinais e é importante trabalhar muito estas questões dos valores, das práticas e das atitudes, quer dos professores, quer dos próprios alunos entre si, para evitar a discriminação, o desrespeito, o bullying em relação a crianças que são diferentes, qualquer que seja a sua diferença. A nossa escola é universal, portanto temos de tentar que ela seja efectivamente universal”, explica Fátima Veiga, do Gabinete de Investigação e projectos da rede europeia anti-pobreza nacional (EAPN/Portugal). [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Teresa Couto - edição nº 192, série II, primavera 2011]





Reportagem – PÁGINA 191

A PÁGINA visitou quatro escolas, procurando saber a opinião dos docentes sobre a pertinência do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que agora chega ao fim. Questionámos o que pensam, quais as respostas possíveis e até que ponto as escolas estão sensibilizadas para estes problemas. [Reportagem de Ricardo Jorge Costa e Fotografias de Teresa Couto - edição nº 191, série II, inverno 2010]





Reportagem – PÁGINA 191

O Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social (AECPES) está a chegar ao fim. Um ano de iniciativas e de actividades através das quais se procurou chamar a atenção da opinião pública para estes problemas e mobilizar o poder político e a sociedade civil para os combater. Mas enquanto o coordenador nacional da iniciativa faz um balanço positivo, as organizações não governamentais afirmam que as representações sociais dos portugueses sobre a pobreza e as suas causas continuam a ser bastante conservadoras. [Reportagem de Ricardo Jorge Costa e Fotografias de Teresa Couto - edição nº 191, série II, inverno 2010]





Reportagem – PÁGINA 191

A educação foi uma aposta clara da República. O valor do indivíduo, a formação dos cidadãos para que se tornem mais solidários, mais cultos e mais participativos na vida pública, o papel dos professores ao longo dos 100 anos da República portuguesa, foram os temas centrais do colóquio “Educação e Res Publica”, promovido pela PÁGINA, no dia 2 de Outubro. [Reportagem de Maria João Leite e Fotografias de Gonçalo Moreira da Silva - edição nº 191, série II, inverno 2010]





Reportagem – PÁGINA 190

Aprofundar o debate e o espaço de reflexão em torno dos estudos curriculares foi o propósito que juntou, no Porto, alguns conceituados investigadores portugueses e brasileiros. O encontro proporcionou não apenas o debate sobre o currículo e as suas políticas, fundamentos e práticas, mas também a divulgação de alguns dos projectos de investigação que têm vindo a decorrer em ambos os países. [Reportagem de Ricardo Jorge Costa - edição nº 190, série II, outono 2010]





Reportagem – PÁGINA 189

De 23 a 25 de Abril, decorreu na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) de Leiria o XXIV Encontro Galego-Português de Educadoras e Educadores pela Paz. A abertura foi feita por Helena Proença, presidente da Associação Galego-Portuguesa de Educação Para a Paz (AGAPPAZ) em Portugal, Carmen Diaz Simón, coordenadora da mesma associação, e Luís Filipe Barbeiro, director da ESECS. [Reportagem de Américo Nunes Peres e Ricardo Vieira - edição nº 189, série II, verão 2010]





Reportagem – PÁGINA 189

Em meados da década de 70, a colónia espanhola do Sara Ocidental foi invadida por Marrocos e pela Mauritânia, que acabaria por abdicar do território sarauí. Os bombardeamentos marroquinos, com napalm e fósforo branco, obrigaram os sarauís a procurar refúgio no deserto argelino, onde souberam organizar-se em acampamentos de refugiados. O desterro de 35 anos é mais velho do que muitos dos 160.000 refugiados sarauís, mas mesmo os jovens sabem que não há vida a cumprir-se num deserto alheio. Aaiún, Smara, Dajla e Auserd: os sarauís deram nomes de cidades sob ocupação marroquina aos seus acampamentos. Assim, recordam os lugares perdidos e lembram que a resignação não é destino. [Reportagem de Maria Helena Borges - edição nº 189, série II, verão 2010]





Reportagem – PÁGINA 188

Desde este ano lectivo, a organização e gestão das bibliotecas escolares estão a cargo de professores bibliotecários “a tempo inteiro”, aos quais compete desenvolver estratégias que garantam a sua rentabilização ao serviço das escolas, dos processos formativos e das aprendizagens dos alunos. A propósito desta “nova” funcionalidade docente, a PÁGINA foi ao encontro do professor Pedro Moura, que trabalha em duas bibliotecas no concelho de Mafra, e cruzou-se com um poeta que vive intensamente os desafios da promoção da leitura e do livro junto de crianças e jovens. [Reportagem de José Paulo Oliveira - edição nº 188, série II, primavera 2010]





Reportagem – PÁGINA 186

O novo Regime de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos da Educação Pré-escolar e dos Ensinos Básico e Secundário está em fase de implementação nas escolas. Apesar de na maioria delas o processo de selecção do director – peça chave de todo o processo - estar já concluído, em algumas o concurso ainda não foi aberto e noutras arrasta-se há meses. De acordo com o Ministério da Educação, o objectivo do novo diploma é reforçar a participação das famílias e das comunidades na direcção dos estabelecimentos de ensino, favorecer a constituição de lideranças fortes e reforçar a autonomia das escolas. Para ficarmos com uma ideia mais concreta acerca das implicações do novo diploma no funcionamento das escolas, entrevistámos alguns dos intervenientes que mais atentos estiveram a este processo: Manuela Mendonça, Licínio Lima e João Barroso. [Reportagem de Ricardo Jorge Costa e Fotografias de Inês Andrade e Teresa Couto - edição nº 186, série II, outono 2009]





Reportagem – PÁGINA 186

Fazer o balanço de uma legislatura não é uma tarefa fácil. E pode resultar numa análise profundamente subjectiva. Sobretudo quando ela incide numa área como a Educação que – à excepção dos professores, claro – tão pouco interesse desperta nos portugueses. Mas foi esse o trabalho a que nos propusemos. Para tal fomos entrevistar alunos e professores às escolas e o cidadão comum à rua. Não nos esquecemos também dos pais, talvez aqueles cujo capital de interesse na matéria deveria ser maior mas que frequentemente o relegam para segundo plano. [Reportagem de Ricardo Jorge Costa e Ilustração de Teresa Lamas Viana - edição nº 186, série II, outono 2009]





Reportagem – PÁGINA 185

Os modelos de avaliação dos sistemas educativos europeus têm vindo a convergir para um conjunto de instrumentos e de práticas comuns. Salvaguardando as inevitáveis especificidades inerentes a cada país, coloca-se hoje mais ênfase na avaliação global do sistema e menos na avaliação individual dos professores. Apesar disso, os docentes são cada vez mais responsabilizados pelo seu desempenho, do qual depende cada vez mais a sua promoção e nível salarial. Partindo de dados recolhidos no Euridyce, a Página aponta algumas das actuais tendências no campo da avaliação educacional na Europa. [Reportagem de Ricardo Jorge Costa e Ilustração de Teresa Lamas Viana - edição nº 185, série II, verão 2009]


  
Publicidade


Voltar ao Topo