A Página da Educação é uma revista semestral. Propriedade da PROFEDIÇÕES, Lda.

A Página da Educação está de parabéns!

A PÁGINA é um espaço de partilha e de reflexão sobre Educação e outros temas que fazem parte do quotidiano. É um ponto de encontro para educadores; um projeto que nasceu no seio deles, mas que tem abertura suficiente para chegar para lá do mundo académico e profissional. Já foi jornal, agora é revista e é para ser saboreada. Está de parabéns! Faz 25 anos!

PÁGINA, 15.02.2017 05h01

  
Saudação ao Professor David Rodrigues


Edição nº 208


 

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Teatro do Bolhão apresenta encenação de Beatriz Frutuoso e Mafalda Pinto Correia, de 20 de março a 1 de abril.

PÁGINA, 16.03.2017 05h04



Pacote vai abranger 150 municípios, totalizando 200 intervenções e um custo estimado de 200 milhões de euros.

PÁGINA, 16.03.2017 04h45



Auditório de Serralves (20 de março), Assembleia da República (21) e Centro Ismaili de Lisboa (23).

PÁGINA, 16.03.2017 04h14



ME “está a preparar instrumentos de flexibilização curricular, e não uma reforma curricular", pelo que não há motivo para alterações.

PÁGINA, 02.03.2017 04h59



Exposição integrada no programa Projetos Contemporâneos patente até 7 de maio.

PÁGINA, 23.02.2017 04h42



“Um Objeto e seus Discursos por Semana” decorre de 4 de março a 2 de dezembro.

PÁGINA, 01.03.2017 05h45



Embora o assunto ainda esteja em debate, a redução (progressiva) começa já no próximo ano letivo.

PÁGINA, 22.02.2017 05h44



1º Ciclo do Ensino Básico é o que regista menos casos; 3º Ciclo tem o maior número de casos.

PÁGINA, 07.02.2017 04h19



Exposição, de Manuel Valente Alves e Carla Cabanas, patente até 20 de maio.

PÁGINA, 24.01.2017 05h21



Prémio visa estimular a qualidade da investigação no domínio das Ciências da Educação.

PÁGINA, 02.02.2017 04h23

  
David Rodrigues à PÁGINA 202

"O que nos mostram os estudos transnacionais é que os bons sistemas educativos são aqueles que ao mesmo tempo são capazes de criar a excelência e também a equidade. Qualquer sistema educacional fraco ou insuficiente consegue criar excelência. É muito fácil criar bolsas de excelência. O que é realmente difícil é conseguir equidade, isto é, conseguir que as características e as circunstâncias de cada um dos alunos não originem o tratamento desigual em termos educativos." [Entrevista conduzida por Maria João Leite / Edição nº 202, série II - Inverno 2013]

PÁGINA, 08.02.2017 04h55



Manuel Jacinto Sarmento à PÁGINA 201

O que esta ideologia realmente pretende é afunilar as oportunidades escolares através da atualização de vias educativas. Esta é, de facto, a grande questão da reconstrução da Escola segundo o paradigma neoliberal – aqui, com orientações claramente cruzadas com orientações neoconservadoras. Há aqui uma aliança ideológica, digamos assim, que encontra frequentemente os mesmos protagonistas: por um lado, a privatização do serviço de acesso à educação e, por outro, o regresso à Escola das elites do passado e ao fosso dos processos de seletividade escolar.” [Entrevista conduzida por António Baldaia / Edição nº 201, série II - Outono 2013]

PÁGINA, 08.02.2017 04h49



António Pinho Vargas à PÁGINA 195

“Não haver um ministério, mas uma Secretaria de Estado da Cultura, é apenas uma desvalorização simbólica. Preocupo-me mais com a forma como se põem a funcionar os equipamentos culturais que pertencem ao Estado e como se considera a atribuição dos subsídios às pequenas instituições e aos grupos das diferentes áreas culturais, como o teatro ou o cinema. Os cortes que agora estão a ser executados vão pôr em causa muito trabalho cultural em todo o país”. [Entrevista conduzida por José Paulo Oliveira / Edição nº 195, série II - Inverno 2011]

PÁGINA, 08.02.2017 04h33



Teresa Maia Mendes à PÁGINA 193

“Eu não abdico de dizer que sou professora. Nunca abdiquei. Quando, em 74, a Segurança Social queria acabar com os professores e pôr todos como técnicos, porque ganhavam mais 100 paus, nós fizemos uma bulha desgraçada e dissemos que éramos professores, tínhamos uma profissão e não abdicávamos dela. Portanto, eu sempre me senti professora, e não admito que alguém diga que, porque se aposentou, deixou de ser professoraMas, neste momento, sinto-me mais sindicalista.” [Entrevista conduzida por António Baldaia / Edição nº 193, série II - Verão 2011]

PÁGINA, 08.02.2017 04h13

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