A Página da Educação é uma revista semestral. Propriedade da PROFEDIÇÕES, Lda.

João Arriscado Nunes à “PÁGINA” de dezembro

“Não se pode manter um regime democrático quando as pessoas deixam de reconhecer no Estado a capacidade de responder a um conjunto de exigências básicas que incluem os serviços públicos [...] Uma das ideias mais perigosas é de que não há distinção entre público e privado: seja quem for que o preste, um serviço é sempre um serviço e deve obedecer sempre a uma certa racionalidade económica [...] O grande risco hoje é a abolição dos adjetivos público ou privado e ficarmos apenas com serviços.”

PÁGINA, 18.12.2014 02h14

  
Edição nº 204

 


extra-série VERÃO 2013

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José Paulo Serralheiro


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sábado, 20.dezembro

“Morreste-me” é uma adaptação para teatro do romance com o mesmo nome de José Luís Peixoto, que vai subir ao palco do Theatro Circo, em Braga, no dia 20 de dezembro. A peça é dirigida pela atriz Sandra Barata Belo, que considera esta peça, que também protagoniza, “uma homenagem à família, ao pai, ao amor, ao Alentejo”.

PÁGINA, 17.12.2014 06h24



sábado, 20.dezembro

Mais uma edição do NOS Club na Casa da Música, com concertos em vários espaços. Na Sala Suggia vão subir ao palco o nigeriano Bombino, às 23 horas, e os Underground Spiritual Band, às 00h45. Na Sala 2 vão atuar o inglês Matt Elliott, num concerto marcado para as 23 horas, e o português The Legendary Tiger Man, a partir das 00h30.

PÁGINA, 17.12.2014 06h20



Pedro Lamares à “PÁGINA” de dezembro

Sobre A Minha Pátria é a Língua Portuguesa, para professores: “O que faço é tentar desmontar os vícios de leitura que associamos à dramatização do poema, a declamação, o recitar, a impostação da voz. Costumo dizer-lhes: não digam para o além, digam para o aquém, para as pessoas que estão aqui à vossa frente, olhem-me nos olhos e digam-mo com verdade, não criem artifícios, não exagerem, não expliquem nada, porque eu entendo e os alunos também entendem. O nosso público é tão inteligente como nós.”

PÁGINA, 16.12.2014 11h56



Manuel Sobrinho Simões à “PÁGINA” de dezembro

“Em 25 anos, passaram por aqui dezenas e dezenas de miúdos, alguns fora de série; uns estão cá, outros nos Estados Unidos, na Austrália, na Nova Zelândia, no Canadá… Nós temos um problema gravíssimo de ignorância em Portugal, e haver universidades, ou centros de investigação, ou escolas que diminuam a ignorância, dá-me um orgulho bestial – ver miúdos que andaram aqui comigo a trabalharem nos melhores centros do mundo é uma recompensa. E também, cada vez mais, a formação de associações de doentes e dos doentes, a literacia em relação ao cancro.”

PÁGINA, 08.12.2014 04h25



Américo Peres à “PÁGINA” de dezembro

“Educar não é fácil, requer paciência, amor, rigor, tranquilidade, ética, estética; requer uma efetiva relação dialógica entre todos os atores que fazem parte da vida da escola. E atualmente esta relação é conturbada. Os professores andam desgastados, são maltratados, têm sido menorizados. Não é bom para eles, mas também não é para a escola, nem para as famílias, nem efetivamente para os alunos. Este curto-circuito permanente entre governo, professores, pais e a própria sociedade civil não leva a bom porto.”

PÁGINA, 04.12.2014 11h47



A Direção d’A Página da Educação foi surpreendida com a notícia da “partida” de Angelina Carvalho. À família, aos amigos e a todos quantos (se) reconhecem (n)o seu património intelectual e afetivo, a PÁGINA e a ProfEdições expressam um abraço solidário.

PÁGINA, 28.11.2014 05h39



hoje, às 18h

No âmbito do 250º aniversário da Torre dos Clérigos e da reabertura da Igreja, decorre hoje, na Reitoria da Universidade do Porto (na Sala do Fundo Antigo), a palestra “Imaginários Urbanos - A Torre dos Clérigos e outros ícones”, com Álvaro Domingues.

PÁGINA, 17.12.2014 06h18



Professores e alunos do 4º ano de escolaridade são convidados a concorrer ao Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas / Porto Editora. Através de um trabalho coletivo, sob a supervisão do professor, os alunos devem escrever e ilustrar um conto original, de temática livre.

PÁGINA, 20.11.2014 03h36



21-22.novembro

Com Cadu Cinelli e Fabricio Moser. o espetáculo dá continuidade a um projeto que o encenador, director artístico e programador Hugo Cruz iniciou em 2013. “Duos sobre Desvios” sobe ao palco às 21h30, no Espaço MIRA - Rua de Miraflores (Campanhã). A entrada é livre.

PÁGINA, 20.11.2014 03h20



22.novembro

O Útero Associação Cultural estreia no dia 22 (sábado), no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, o seu mais recente trabalho: “Under”. O espetáculo de dança, inspirado na obra de Michelle Borremans e Berlinde De Bruyckere, tem direção de Miguel Moreira e participação dos bailarinos Dan Watson, Khamlane Halsackda e Sebastian Langueneur.

PÁGINA, 20.11.2014 03h28



O Prémio de Jovem Investigadora foi atribuído pela Eating Disorders Research Society, dos EUA, à investigadora da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, Eva Conceição. A distinção deve-se a um estudo sobre perda de peso em pacientes submetidos a cirurgia para reduzir o estômago.

PÁGINA, 20.11.2014 03h18



14 e 15 de novembro

O Ipatimup, que assinala 25 anos de existência, está de portas abertas à comunidade nos dias 14 e 15 de novembro. A ideia é dar a conhecer o instituto científico, o funcionamento dos laboratórios de investigação e de diagnóstico e os seus cientistas.

PÁGINA, 14.11.2014 02h46

  
Angelina Carvalho à PÁGINA (nº 131, fev.2004)

“Gostaria de relembrar aos fazedores de opinião que devem ser mais sérios nas acusações que dirigem e nas afirmações que deixam passar para a opinião pública. Aos professores, sobretudo os mais jovens, que, tendo consciência da condição precária que é, neste momento, o próprio acto de estar numa escola, tentassem perceber que quando se sugere uma atitude de reformação e de reflexão dos contextos pedagógicos seria importante que eles próprios assumissem essa postura (...). De facto, a escola atravessa um momento difícil, mas não é regressando à escola do tempo dos nossos pais que se resolve o problema, porque essa escola já não existe e essa sociedade também não. É preciso encontrar soluções novas para novos problemas.”

PÁGINA, 28.11.2014 12h49



“O nacionalismo no período republicano tem uma característica diferente da que veio a ter com o fascismo: a ideia de que a universidade e a escola, em geral, devem colocar-se ao serviço dos grandes problemas nacionais e tomar essas questões como eixo da actividade de investigação e de ensino, isto é, de que se deve pesquisar e ensinar em ordem a achar resposta para os problemas do país. É sobretudo o republicanismo positivista que inspira esta concepção. Mas a questão da educação popular ultrapassa o republicanismo. Fora do ensino oficial, por exemplo, aparecem as universidades livres e populares, muitas vezes de teor anarquista”.

Entrevista conduzida por Ricardo Jorge Costa

série II nº188 primavera 2010

PÁGINA, 06.11.2014 11h21



Valter Hugo Mãe

“As mães são indivíduos capazes de um afeto mais incondicional e acho que a maternidade é a experiência mais absoluta da humanidade. Por isso acho que as mães são o ser humano escolhido; os pais, ou os homens, são a parte desfavorecida da humanidade, porque temos direito a uma experiência humana muito menos intensa, muito menos absoluta. A palavra Mãe no nome de um homem significa que um ser humano perfeito teria de ser completo ao ponto de englobar tudo, e isso é uma utopia. Mas a literatura, que é feita de ficção e é feita de permissividade, é um modo de eventualmente nos completarmos.”

Entrevista conduzida por Maria João Leite

série II nº197 verão 2012

PÁGINA, 16.10.2014 02h17



FÁTIMA VIEIRA

“A utopia é sempre rutura com o presente. Nós costumamos falar em discurso ideológico, que é o discurso dominante, e discurso subversivo, que é o discurso utópico. A utopia tenta sempre transformar e, ao transformar, tenta sempre romper com o presente. E é importante que se mantenha sempre esta ideia de rutura com o presente, porque a partir do momento em que a utopia se transforma em ideologia, deixa de ser utópica. Daí o interesse, até, em que as utopias não sejam verdadeiramente concretizadas, na medida em que sejam constantemente reformuladas. Porque a partir do momento em que a utopia é realizada, torna-se estática. E a utopia é exatamente ao contrário.” 

Entrevista conduzida por António Baldaia

série II nº 200 primavera 2013

PÁGINA, 16.10.2014 10h33

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