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A Página da Educação é uma revista semestral. Propriedade da PROFEDIÇÕES, Lda.

Edição em papel

Milhares de textos da edição em papel encontram-se online, e podem ser consultados gratuitamente. Encontre-os aqui, classificados por Edição e por Autor.

 


005. Editorial

Nós, ao espelho...

Ana Brito Jorge

006. Nos 25 anos da PÁGINA a voz dos colaboradores

010. GABRIELA TREVISAN

“o perfil do aluno é uma proposta bastante ambiciosa, que, pela primeira vez, não se foca apenas numa lógica da escola enquanto aprendizagem, conteúdo e objetivo, mas na escola como uma vivência muito mais abrangente, com uma visão da criança que não se reduz só ao aluno, mas também enquanto cidadã. Está lá descrito, de modo muito claro, que as crianças e os jovens devem participar em experiências democráticas e ter oportunidades de codecidir. Acredito que isso juntamente com a flexibilização possa ser uma experiência muito interessante – se não nos centrarmos tanto em cumprir um objetivo e mais no que queremos dar às crianças e construir com ela a partir da flexibilização.”

Entrevista conduzida por António Baldaia

020. A meritocracia em educação e a pedagogia contra o outro

A meritocracia, enquanto governação das desigualdades sociais, terá já reformado a educação escolar, adotando o modelo da empresa e os seus modos racionais de gestão. A maior reforma, porém, será a da pedagogia.

Licínio C. Lima

022. Inclusão: re(dis)cursos

Os contextos em que se desenrola a inclusão têm de ser encarados como contextos de desigualdade, conflito e exclusão. Pensar a inclusão ignorando qual o pano de fundo em que ela se move é um grave erro de análise.

David Rodrigues

024. O tempo na escola

A heterogeneização na sequência do alargamento da escolaridade obrigatória e a força compressora da avaliação sobre os resultados escolares e os professores por eles responsáveis submetem o tempo escolar a contradições pedagógicas insanáveis.

Manuel Matos

030. Os perigos da Educação para a Cidadania Global

A natureza, os propósitos e a (in)eficácia das práticas da ECG podem ser explicados pelos interesses de classe e pelas assunções elitistas fundadas no habitus dos decisores políticos.

Roger Dale

032. El ‘derecho a la educación’ es mucho más que assistir a la escuela

Cada vez resulta menos creíble que el aprendizaje pueda ser permanente sin una Educación Social que lo construya en todas y cada una de sus cotidianeidades familiares, comunitarias, culturales, institucionales, cívicas, etc.

José Antonio Caride

036. El terrorismo nos lleva a repensar la hospitalidad

La hospitalidad es una institución milenaria nacida del mundo de los viajes cuya función es la reducción del riesgo a un nivel controlado para que huéspedes y anfitriones puedan desarrollarse en paz.

Maximiliano Korstanje

076. CÁRMEN CAVACO

“Pensava-se que o problema [analfabetismo] se ia resolver de modo natural, porque os analfabetos são as pessoas mais idosas, que vão morrendo, e naturalmente o problema vai desaparecendo. Mas, na realidade, não foi o que aconteceu, porque há muitos jovens analfabetos. E se os há, temos de perceber porquê… O que é que não é feito na escola? O que acontece a estes jovens, que não conseguem aprender a ler e a escrever? O que os leva a sair da escola sem realizarem estas aprendizagens? E há muitos… Uma coisa é certa, o problema não vai acabar de forma natural, e os nossos governantes já deviam ter percebido isso.”

Entrevista conduzida por António Baldaia

096. A importância de manter viva a memória

O projeto existe desde 2008 e todos os anos, desde então, os alunos do Agrupamento de Escolas de Vilela, em Paredes, têm oportunidade de explorar um pouco mais o tema do Holocausto, sempre com perspetivas diferentes. Chama-se N.O.M.E.S. e a PÁGINA foi à sua descoberta.

Reportagem de Maria João Leite

098. Ora diga lá… PATRÍCIA CARVALHO

A jornalista falou à PÁGINA do livro “Portugueses nos campos de concentração nazis” de que é autora.

Maria João Leite

100. MIGUEL CARVALHO 

“Eu não embarco no discurso de que estivemos à beira de uma ditadura comunista; estivemos, sim, como dizem alguns dos protagonistas do livro, mais perto de uma nova ditadura de direita – independentemente e sem desculpar, obviamente, os excessos que foram cometidos à esquerda. O livro pretende preencher um vazio nesse capítulo, mas não esgota tudo o que ainda se poderá dizer sobre esse período.”

Entrevista conduzida por Maria João Leite

104. Eraserhead, 40 anos depois

Levou uma quantidade de jovens a arrastarem um novo público para as salas de cinema. O famoso poster de Nance passou a ser sinal de uma subcultura, passando a ser usado em t-shirts.

Paulo Teixeira de Sousa

105. Perturbação de jogo pela internet

A IGD ainda não é reconhecida oficialmente como perturbação.

Mas já existem instrumentos de avaliação que permitem conhecer os primeiros mapas epidemiológicos e prevalências preocupantes.

Rui Tinoco

106. Porquê uma década dos afrodescendentes?

Espera-se que propicie a compreensão do que significou o escravismo para quem teve e continua tendo lucros e benefícios, bem como para aqueles que foram ultrajados em sua humanidade, mas não pereceram e estão e exigir reparações.

Petronilha Silva

108. Cada homem é a humanidade inteira

José Eduardo Agualusa e Alberto Péssimo


  
Revista nº 209


  

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