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O renovado Edifício Abel Salazar vai acolher cursos de todas as faculdades destinados a profissionais a meio das carreiras. Atualizar conhecimentos, recredenciar competências, aumentar a competitividade no mercado, entrar em novas áreas para relançar carreiras são os objetivos.
Os primeiros cursos da nova Escola de Formação ao Longo da Vida da Universidade do Porto, a ‘UPorto4Life’, vão começar no último trimestre de 2026. Saúde, Ciências e Engenharia vão ser as primeiras áreas a disponibilizar formações e pós-graduações para credenciar profissionais com novas competências e atualizar os seus conhecimentos.
As formações vão ser ministradas por todas as faculdades e escolas da universidade no Edifício Abel Salazar, junto à Reitoria da Universidade, que foi inaugurado a 15 de maio por Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial.
Dois terços do Edifício Abel Salazar destinam-se à formação transdisciplinar e não conferente de grau e à formação contínua e ao longo da vida, nomeadamente os cursos financiados pelo programa Impulso Adultos. A outra parcela do edifício, gerida pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da U.Porto (ICBAS) está dedicada ao ensino e à formação em saúde humana, animal e ambiental.
Conta com quatro anfiteatros de apoio ao ensino clínico e à realização de eventos científicos, um biobanco e um centro de simulação médica avançada, os quais funcionam em articulação com o Hospital de Santo António, bem como diversos espaços de estudo, tendo capacidade para albergar seis centenas de estudantes.
A par das formações da UPorto4Life, o Edifício Abel Salazar vai acolher também eventos científicos e culturais, bem como reuniões. O edifício conta com um grande auditório de 400 lugares destinado a acolher eventos de média dimensão, além de anfiteatros com mais de 80 lugares cada, sete salas de aula de grande dimensão e dez de média dimensão (25 a 30 lugares).
A requalificação do edifício para estas novas funções custou no total mais de 11 milhões de euros, dos quais 6,2 milhões foram verbas PRR e 2,5 milhões verbas europeias do FEDER (Programa Operacional Norte 2030). A Universidade do Porto comparticipou com 2,4 milhões.
©Egídio Santos | Universidade do Porto
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