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Guimarães é Capital Verde Europeia 2026 e, a 9 de janeiro, deu oficialmente início ao seu percurso de compromisso com um futuro mais sustentável e com melhor qualidade de vida. A abertura passou a mensagem que a transição verde se constrói nas cidades e com as pessoas.
“Este reconhecimento europeu ultrapassa a dimensão simbólica de um prémio; representa um compromisso firme e duradouro com os cidadãos de Guimarães, com a Europa e com as gerações futuras”, afirmou Ricardo Araújo, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, na cerimónia, durante a qual recebeu o Green Book, por Andrius Grigonis, vice-presidente da Câmara Municipal de Vilnius, Lituânia, assinalando a passagem de testemunho entre Capitais Verdes Europeias.
O autarca vimaranense acrescentou que ser Capital Verde Europeia é “um meio, não um fim” e que esta distinção vai permitir “melhorar a qualidade de vida, reforçar a competitividade do concelho e preparar Guimarães para os desafios das próximas décadas”.
Este é também um projeto coletivo, adiantou: “A Capital Verde Europeia 2026 é um projeto de Guimarães e dos vimaranenses. Pertence aos cidadãos, às instituições, às empresas, às escolas e às associações. Todos contam. Todos fazem parte.”
A sessão de abertura terminou com a assinatura do protocolo de apoio ao Plano de Mobilidade Urbana Sustentável e ao Projeto BRT, onde foi novamente reforçada a ambição da cidade em alcançar a neutralidade climática até 2030.
“Este plano permite olhar para todo o território de forma integrada e pensar a cidade a partir da mobilidade, encontrando soluções concretas que contribuam para a descarbonização e para a melhoria da qualidade de vida de quem vive, trabalha ou visita Guimarães”, afirmou Ricardo Araújo.
Guimarães 26 Capital Verde Europeia é um ano de celebração, reflexão e compromisso coletivo com a sustentabilidade.
©Câmara Municipal de Guimarães
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